Ainda dá pra consertar confiança quebrada ?
- Felipe Barretto
- 21 de mar. de 2014
- 2 min de leitura
Confiança quebrada ainda pode voltar a ser a mesma?
Você já teve sua confiança abalada? Eventos como esse acontecem e precisamos estar preparados para lidar com isso.
Pessoas não são perfeitas. Erram e voltarão a errar. Criar expectativas de perfeição em cima das pessoas talvez seja o maior erro já cometido.
Mas também sabemos que não depende muito de nossa vontade confiar 100% de novo depois de alguma mancada de alguém que gostamos. Principalmente quando esse evento envolve esferas íntimas e profissionais. Quando aperta no coração e depois no bolso, nosso perdão acaba dependendo da autoresponsabilidade de se manter distante;
Nosso cérebro entende aquela experiência ruim como nociva, perigosa e dá o sinal de alarme no sistema límbico (centro das emoções) quando vê evidências de uma possível repetição do mesmo evento desagradável, que ficou gravado na zona de memórias e enraizado numa nova crença.

O nome disso é aprendizado. Aprendemos que a dor deve ser evitada, pois já a conhecemos. Aprendemos que pessoas são falhas, que negócios terminam por desonestidade, que relacionamentos acabam por traição, que amizades são enterradas por falta de lealdade e que o nosso futuro acaba de moldando à esses eventos.
Mas perdoar também é aprendizado. Mais que isso: é sabedoria.
Dar uma chance de recuperação é como você perceber que aquele erro não totaliza a pessoa. Ela errou? Sim. Mas ela não é 100% daquele erro. Ela não será para sempre refém daquela atitude falha. Ela não pode se culpar para o resto da vida por um momento de desalinhamento com o que ela realmente é.
E se fosse você? E se você errasse de uma forma jamais antes prevista? Se você mesmo ficasse surpreso com o que tinha acabado de fazer? Você, nem ninguém, deve ser resumido pelos seus erros.
Dê uma oportunidade de renovação, de volta por cima, de superação.
Perdoar é um ato não só de bondade, mas também de motivação.
Aprenda a confiar agora de forma equilibrada e racional, com cautela e planejamento, ao passo que você permite que a pessoa errante se corrija e possa seguir adiante.











































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