Se você nunca tentar, então nunca vai saber.

Se você nunca tentar, então nunca vai saber.


O medo do fracasso e da mudança transformam nossa vida em monotonia.

Com o tempo percebemos que estamos fazendo a mesma coisa que os outros, vivendo o mesmo estilo de vida, com os mesmos objetivos pequenos, com as mesmas necessidades mundanas, visitando os mesmos lugares, agindo como robôs e com os mesmos scripts de vida previsíveis.


É necessário entender o Ciclo da Estagnação:

1. Se você não tenta, logo permanece no mesmo ponto. 2. Se você não age, logo nunca experimenta a mudança. 3. Se você não muda, logo não vive seus sonhos. 4. Se você não vive seus sonhos, logo definha com arrependimentos e angústia.


Tente e faça. Mude esse ciclo. Crie sua própria história. Afinal, no final, você só se arrepende do que não fez.

O "não agir" é bem pior do que o "agir". Quando você age, você pode falhar. E toda falha é um feedback importantíssimo para que você mude para a direção certa.

Sem erros, viveríamos eternamente dando "murro em ponta de faca". Temos que entender que:


1. Sem os nossos erros, não haveria evolução. 2. Sem tentativas, não haveria progresso. 3. Sem falhas, não haveria desenvolvimento pessoal.


Mas não podemos demonizar o medo.


O medo do risco é sempre algo positivo. O medo nos torna cientes de que a caminhada não vai ser tão fácil assim. Viver 100% cego achando que tudo é lindo e maravilhoso pode trazer consequências devastadoras para nossos projetos. O problema é quando esse medo impossibilita você de alavancar soluções e caminhos para sanar esses riscos.

Todo medo vem para poder ser superado. É com isso que você tem que viver.


Ter medo é normal e fundamental para nossa sobrevivência. Mas deixa-lo comandar sua vida, não.


Você se pergunta:

Será que vai dar certo? Será que vai dar errado? Será que vou aguentar? Será que estou mesmo preparado pra isso? Será que posso? Será que deixam? Será que posso me permitir a isso?


O "não agir" é o grande vilão. A acomodação, a permanência na zona de conforto, a negligência em conviver com o status quo eternamente. Esses sim, são as zonas de grande perigo.


No final, você olha para trás e percebe que o grande arrependimento vem apenas daquilo que você nunca tentou. E não só não tentou, mas como também impediu os outros de tentar.

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